2009, o ano
2009. 2008 já lá vai e esperamos todos que este ano seja melhor que o anterior. No entanto, como tudo na vida, nem tudo é um mar de rosas. Na expectativa está um ano muito complicado, uma crise que será nada fácil de ultrapassar, pois será uma crise como há muito não temos visto. Esta ideia é valida não apenas no nosso concelho, mas em todo o país e igualmente em todo o mundo. No entanto, temos de ter o pensamento positivo. Este ano será de uma importância crucial, nomeadamente porque iremos ter três eleições (para o Parlamento Europeu, eleições legislativas e autárquicas). Nota-se indubitavelmente que a forma e conteúdo do que será decidido, estará portanto, nas suas mãos, a não ser que não queira ir votar ou não esteja recenseado. Em ambos os casos, permita-lhe que lhe diga, que deverá alterar esse ponto. Mesmo que esteja desapontado com a política, de uma coisa lhe garanto: muitas das decisões tomadas a nível local, regional e nacional são tomadas por políticos. Parece uma verdade de
Este ano, muito está previsto, e será um ano em cheio.
Iremos ter eleições autárquicas e a consequente eleição para as Juntas de Freguesia. É ponto assente que num futuro próximo ou a médio prazo iremos conhecer os candidatos às mesmas e nesse tempo poderemos criar a nossa opinião sobre quem nos irá parecer ser o melhor para as (nossas) freguesias.
Relacionado com este ponto está obviamente a Câmara de Mangualde. Não nos esqueçamos que na consequência dos resultados das últimas eleições, os Mangualdenses votaram nos presentes para dirigir os destinos da autarquia. De facto, e bem vistas as coisas, de presentes já não têm muito, pois passados pouco mais de três anos, qual é o ponto de situação? António Silva foi afastado da forma que todos nós conhecemos, Agnelo Figueiredo demitiu-se. De quatro, metade já não se encontra ou não faz parte da autarquia nos mesmos moldes. Lindo, não é? Responsabilidade é o mínimo dos mínimos que se pode exigir a um executivo camarário. No que diz respeito à Câmara Municipal, o que sempre me preocupou em relação à mesma, são grande parte das decisões que tomam; ou não fazem sentido nenhum (nomeadamente Museu do Porco, apesar de ainda ter a esperança que isso nunca se torne numa realidade, para o nosso bem) ou porque são demasiado descontextualizados e irreais (as 97 obras incluídas na proposta da Parceria Público-Privada pelo executivo PSD da Câmara em Outubro 2007, como se Mangualde fosse Nova Iorque, é um exemplo elucidativo, entre muitos, disso mesmo). Espero, apesar de não acreditar muito, que o executivo camarário não se esqueça da enorme dívida que já existe na CMM (sensivelmente 18 milhões de Euros!) e que começa a fazer obras a todo o custo, a abrir a brecha, fechando os olhos à dívida, numa filosofia de “vale tudo”. Mangualde com uma dívida (ainda) maior por causa de obras que não são prioritárias e pertinentes, não obrigado. Aliás, os Mangualdenses já não vão
Muito tem de mudar
Finalmente, permitem-me que vos transmita os mais sinceros votos de um ano 2009 cheio de saúde, sucessos pessoais e profissionais.
Com os melhores cumprimentos,
Rui Conceição


